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	<title>criatividade archivos | People first</title>
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	<title>criatividade archivos | People first</title>
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		<title>A criatividade está na empresa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[People first &#124; A project by Eurofirms]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Oct 2019 10:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[recursos humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É importante potenciar, atulamente, a criatividade, a formação, a flexibilidade e um ambiente inspirador, onde seja possível a troca e discussão de ideias.</p>
<p>La entrada <a rel="nofollow" href="https://www.peoplefirst.blog/pt-pt/a-criatividade-esta-na-empresa/">A criatividade está na empresa</a> aparece primero en <a rel="nofollow" href="https://www.peoplefirst.blog/pt-pt/">People first</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Tendo em conta que no futuro os trabalhos serão quase todos analíticos e criativos, é agora a altura de começar trabalhar as bases. As novas gerações de colaboradores estão já a esforçar-se e preparadas para isso. Potenciar a criatividade, a formação, a flexibilidade e um ambiente inspirador, onde seja possível a troca e discussão de ideias. Será que a sua empresa tem isto claro?<br />
</em></p>
<p>A digitalização da empresa já provocou grandes alterações no método de trabalho, e a inteligência artificial vai causar muitos mais nos próximos anos. Enfrentamos, igualmente, um grande período de renovação no que diz respeito à formação laboral que estará focada em capacitar os colaboradores para a tomada de decisões, para a planificação de tarefas e para o trabalho criativo.</p>
<p>Entendendo a criatividade como a capacidade de explorar novos territórios e de imaginar soluções alternativas para resolver os processos habituais, a empresa tem que preparar os seus colaboradores para que estes façam o seu trabalho de forma mais eficaz, graças à sua capacidade criativa.</p>
<h5><strong>Promover a criatividade interna</strong></h5>
<p>As novas gerações chegam à empresa já com um espírito empreendedor, exercendo-o logo quando começam a exercer as suas funções. Aspiram renovar tudo e todos os processos com que se deparam e aplicara a sua imaginação fértil em tudo o que fazem. No entanto, por vezes, deparam-se com estruturas e organizações que não percebem a sua intenção ou que não se conseguem adaptar a esta nova maneira de trabalhar impedindo, assim, que a capacidade criativa flua entre os seus colaboradores. Estruturas hierárquicas, tarefas rotineiras e excessivas, espaços individuais de trabalho… dificultam a troca, a discussão, o tempo e o espaço favoráveis à criatividade.</p>
<p><img class=" wp-image-3762 alignleft" src="https://www.peoplefirst.blog/wp-content/uploads/2019/05/creatividad_en_empresa2-300x200.jpg" alt="" width="282" height="188" srcset="https://www.peoplefirst.blog/wp-content/uploads/2019/05/creatividad_en_empresa2-300x200.jpg 300w, https://www.peoplefirst.blog/wp-content/uploads/2019/05/creatividad_en_empresa2-768x512.jpg 768w, https://www.peoplefirst.blog/wp-content/uploads/2019/05/creatividad_en_empresa2-1024x683.jpg 1024w, https://www.peoplefirst.blog/wp-content/uploads/2019/05/creatividad_en_empresa2.jpg 1200w" sizes="(max-width: 282px) 100vw, 282px" />Esta precisa de expressar-se livremente, de permissão para cometer erros e de um ambiente onde se possa debater ideias e, deste modo, convertê-las em boas propostas. É necessário que as organizações concedam um espaço e uma altura determinada para que isso aconteça.</p>
<p>É importante que as empresas se renovem e que oiçam as melhores contribuições de todas: as dos seus colaboradores.</p>
<p>Há que dedicar tempo e recursos para potenciar a criatividade dos colaboradores e introduzir boas práticas, tais como:</p>
<ul>
<li><strong>Contratar pessoas criativas</strong> que acreditem num ambiente excitante e <strong>dêem o exemplo</strong>.</li>
<li>Utilizar nas reuniões <strong>ferramentas que favorecem a criatividade</strong>: post-its, cores, retratos, desenhos, plasticina, entre outros.</li>
<li><strong>Potenciar a curiosidade</strong> dos colaboradores e o <strong>acesso a diferentes fontes de informação</strong>.</li>
<li><strong>Fomentar o espírito crítico</strong> em relação à empresa e ao que esta faz, dentro de um ambiente participativo.</li>
<li><strong>Oferecer espaços</strong> para que as pessoas se possam soltar e que permitam pensamento criativo.</li>
<li>Dar a conhecer as conquistas da concorrência e a inovação no outros setores de atividade para que os <strong>colaboradores se mantenham atualizados</strong> com as mudanças que estão a ocorrer no mercado. É importante que sejam as próprias pessoas que detectem essas alterações e que partilhem com os colegas.</li>
<li>Concursos de desafios para solucionar determinados problemas ou conceber novas propostas.</li>
<li><strong>Atividades de team-building</strong> focadas no desenvolvimento criativo.</li>
<li>E claro, grandes doses de <strong>reconhecimento ao que é novo</strong>.</li>
</ul>
<h5><strong>Espaços criativos</strong></h5>
<p>É igualmente importante adaptar o local de trabalho aos requisitos de <strong>flexibilidade e expansão</strong>: convém ser um lugar agradável, onde as pessoas se sintam confortáveis para contribuírem e exporem as suas ideias, para estabelecerem uma ligação e confiarem umas nas outras e, até mesmo, para convidarem estranhos que possam introduzir novos tópicos e / ou pontos de vista. Não se pode nem deve ir trabalhar com medo de errar ou de sair da sua zona de conforto.</p>
<p><strong>Oferecer salas comuns ou tornar o espaço mais flexível</strong> para que as pessoas se possam mover livremente e partilharem momentos juntos: tomarem um café, almoçarem juntos, organizar uma reunião ou um pequeno-almoço improvisado num espaço mais informal, fazer uma apresentação do seu próprio trabalho, uma sala &#8220;para as ideias&#8221;, outra para descansar ou para se divertirem, entre outros. Deverão também ao dispor, espaços mais íntimos para quem precisa de trabalhar concentrado ou ter uma reunião mais formal.</p>
<p>Paredes ou pequenos murais onde se possa escrever ou desenhar é um <strong>convite aberto à criatividade e a um ambiente participativo</strong>. A própria luz e os espaços abertos e verdes são as chaves para favorecer um ambiente criativo e otimista, potenciando a vontade de criar coisas novas. Até mesmo a simples tarefa de cuidar das plantas pode proporcionar um momento de descontracção que permite às pessoas desconectarem-se e inspirarem-se.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img src="https://www.peoplefirst.blog/wp-content/uploads/2019/07/LogoWhatsapp.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://www.peoplefirst.blog/pt-pt/author/adminpeoplept/" class="vcard author" rel="author" itemprop="url"><span class="fn" itemprop="name">People first | A project by Eurofirms</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>People First é um espaço de inspiração onde partilhamos conteúdos com um eixo comum: as pessoas. De diferentes perspetivas e setores, abordamos diferentes temas, tendências e notícias de interesse humano.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>La entrada <a rel="nofollow" href="https://www.peoplefirst.blog/pt-pt/a-criatividade-esta-na-empresa/">A criatividade está na empresa</a> aparece primero en <a rel="nofollow" href="https://www.peoplefirst.blog/pt-pt/">People first</a>.</p>
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		<title>Neuroliderança: entender o cérebro para criar ambientes efetivos e criativos</title>
		<link>https://www.peoplefirst.blog/pt-pt/neurolideranca-entender-o-cerebro-para-criar-ambientes-efetivos-e-criativos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[People first &#124; A project by Eurofirms]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2019 18:06:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O desafio da neuroliderança é saber como o cérebro funciona para constituir equipas eficazes de trabalho, tomar decisões criativas e ter as pessoas motivadas.</p>
<p>La entrada <a rel="nofollow" href="https://www.peoplefirst.blog/pt-pt/neurolideranca-entender-o-cerebro-para-criar-ambientes-efetivos-e-criativos/">Neuroliderança: entender o cérebro para criar ambientes efetivos e criativos</a> aparece primero en <a rel="nofollow" href="https://www.peoplefirst.blog/pt-pt/">People first</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Historicamente, na nossa cultura, o erro era muito penalizado. Outro assunto recorrente era a procura do culpado, depois da comissão do erro. Neste momento, a perspetiva baseia-se numa espiral destrutiva; centra-se em dirigir o descontentamento e a frustração da equipa em direção à pessoa concreta mais do que em resolver o ocorrido para que não volte a acontecer.</p>
<p style="text-align: justify;">Situações como esta demonstram que a forma tradicional de trabalhar já não funciona. Neste sentido, estudos científicos baseados em disciplinas como a neurologia, psiquiatria, psicologia e biologia comprovam que o cérebro influencia de forma determinante aspetos como a aprendizagem, as relações sociais ou o rendimento no trabalho.</p>
<h5 style="text-align: justify;"><strong>Aprendizagem e atenção como base do crescimento das equipas de trabalho</strong></h5>
<p style="text-align: justify;">O desafio da neuroliderança é saber como o cérebro funciona para constituir equipas eficazes de trabalho, tomar decisões criativas e ter as pessoas motivadas. Sob esta nova premissa, as soluções encontram-se no interior de cada um de nós.</p>
<p style="text-align: justify;">Se não aprendemos, não há progresso; estagnamos pura e simplesmente. É preciso ter em conta que a aprendizagem tradicional, baseada na lógica linear, separa o aspeto intelectual do emocional, dificultando que o potencial se expresse livremente. Se incluirmos as emoções, abriremos novas e interessantes vias de crescimento para a equipa. O processo de aprendizagem explica-se com base na plasticidade do cérebro e na sua capacidade de se adaptar à mudança, estabelecendo novas ligações neuronais quando o nosso cérebro assimila conhecimentos e aprende através de distintas experiências. Outro elemento crucial é a capacidade de estar atento, intimamente ligada à habilidade de resolver problemas e à tomada de decisões. O sucesso depende, em grande medida, da capacidade de um líder induzir outros a centrar a atenção com intensidade e fomentar a aprendizagem como elemento de melhoria e adaptação a ambientes competitivos e mutantes.</p>
<h5 style="text-align: justify;"><strong>O cérebro, crucial nas empresas.</strong></h5>
<p style="text-align: justify;">O cérebro humano é um órgão social. As suas reações fisiológicas e neurológicas são profundamente condicionadas pela interação social.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de um trabalho ser considerado uma transação económica, o cérebro considera o local de trabalho um sistema social. As pessoas que se sentirem pouco reconhecidas ou até excluídas têm o mesmo tipo de reação no cérebro que a que poderia ser causada por uma dor física. Esta dor real limita a sua participação e o compromisso para com a empresa, afetando de forma determinante o seu rendimento. Estas conclusões baseiam-se num mecanismo neurológico de resposta de “ameaça e recompensa”. Quando nos deparamos com algo inesperado, os neurónios são ativados e são libertadas hormonas. Se a perceção for de perigo, a resposta de ameaça leva-nos à fuga e à evasão.  O grande problema para as organizações e os seus líderes é que a resposta de ameaça tende a ser mais intensa e duradoura do que a recompensa. Medições da atividade cerebral sugerem que as mesmas respostas neuronais que nos guiam na direção da comida ou nos afastam dos predadores (necessidade de sobrevivência) são ativadas pela nossa perceção da maneira pela qual somos tratados (necessidades sociais).</p>
<p style="text-align: justify;">A resposta de ameaça é contrária à produtividade. O consumo de oxigénio e glicose do sangue requerido por esta ação é extraído de outras partes do cérebro, entre as quais a memória funcional que processa novas informações e ideias. Isto afeta negativamente o pensamento analítico, a criatividade e a resolução de problemas. Desta maneira, as pessoas ficam sem recursos do cérebro quando mais precisam das suas capacidades mentais complexas e, por isso, tornam-se ineficientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Em contrapartida, o líder que comunica com clareza procura um bom ambiente, fomenta a autonomia e trata todos de forma justa, ativa uma resposta de recompensa. Essa resposta gera eficiência, abertura a novas ideias e maior criatividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, é habitual que as equipas de trabalho consigam alcançar resultados extraordinários que nenhum dos seus membros poderia alcançar individualmente. É aí que entra em jogo, enquanto elemento multiplicador, o facto de se sentir bem com os colegas e integrado nas dinâmicas de grupo. Neste sentido, estar atento aos mínimos detalhes durante a contratação é crucial. E é-o porque os membros de uma equipa que partilham ideias e valores são confrontados com maior perícia aos obstáculos uma vez que partilham um estado de coesão. Em contrapartida, quando a realidade não é partilhada, a aprendizagem e as ações comuns são dificultadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Após aprofundar os pontos cruciais da neuroliderança, os responsáveis das equipas não terão de passar por situações como as que revela David Rock (fundador e presidente do Neuro-Leadership Institute):<em>”Muitos gestores passam o tempo todo a dizer às pessoas aquilo que elas estão a fazer mal e perguntam-se porque é que ninguém acaba por mudar”.</em> Compreender os mecanismos do cérebro permitir-nos-á ter empresas mais felizes, eficazes e integradas.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img src="https://www.peoplefirst.blog/wp-content/uploads/2019/07/LogoWhatsapp.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://www.peoplefirst.blog/pt-pt/author/adminpeoplept/" class="vcard author" rel="author" itemprop="url"><span class="fn" itemprop="name">People first | A project by Eurofirms</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>People First é um espaço de inspiração onde partilhamos conteúdos com um eixo comum: as pessoas. De diferentes perspetivas e setores, abordamos diferentes temas, tendências e notícias de interesse humano.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>La entrada <a rel="nofollow" href="https://www.peoplefirst.blog/pt-pt/neurolideranca-entender-o-cerebro-para-criar-ambientes-efetivos-e-criativos/">Neuroliderança: entender o cérebro para criar ambientes efetivos e criativos</a> aparece primero en <a rel="nofollow" href="https://www.peoplefirst.blog/pt-pt/">People first</a>.</p>
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		<item>
		<title>David Calle: “Todos temos uma habilidade pessoal que nos diferencia&#8221;</title>
		<link>https://www.peoplefirst.blog/pt-pt/david-calle-todos-temos-uma-habilidade-pessoal-que-nos-diferencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[People first &#124; A project by Eurofirms]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2019 15:27:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[formação]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho em equipa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na entrevista anterior, David Calle falou-nos sobre a Unicoos como um projeto motivacional e de empreendedorismo. Nesta segunda parte, dá as suas chaves pessoais acerca da formação e trabalho no século XXI.<br />
A formação deve ser personalizada e criativa<br />
Como professor, insisto sempre com os meus alunos sobre o facto de que aquilo que nos dá valor a todos é aquilo que nos torna diferentes, e quanto mais diferentes formos, mais valor é gerado. A educação passa por aí. É preciso tentar, na medida do possível, dar a cada jovem aquilo que ele precisa, que nem sempre é a mesma coisa.<br />
Na minha academia, tento conhecê-los mais além das aulas, saber que problemas têm, o que se passa nas suas famílias, se foram abandonados pela namorada ou pelo namorado, se têm problemas em casa ou com os seus amigos. Isto porque todos acumulam muitos problemas e nunca se sabe a razão pela qual um aluno está mais ou menos motivado. Se conseguirmos conhecê-los e, sobretudo, se conseguirmos encontrar &#8211; o que não é fácil &#8211; a paixão ou a capacidade desse aluno, ou a sua habilidade especial, então será imparável. Esta é uma das maiores responsabilidades que têm os pais e os professores: encontrar a capacidade e a habilidade de cada um dos nossos alunos ou filhos. Se encontrarmos aquilo que os torna diferentes, ninguém os parará.<br />
Projetos como a Unicoos contribuem para isso. Os seus vídeos ajudam a que o professor se livre de explicar sempre as mesmas coisas, a ganhar tempo para poder ser mais criativo com os seus alunos e tratar de insistir noutras. Por exemplo, trabalhar em equipa com eles e conhecê-los um pouco melhor. Se os virmos a relacionar-se entre eles, além de adquirirem habilidades sociais importantíssimas, também poderemos conhecê-los melhor e saber como cada um deles é.<br />
Li recentemente um artigo sobre o novo conceito  apreensinar, que insiste basicamente em que os alunos se convertam por momentos em professores dos seus próprios colegas. Assim, aprendem a comunicar uns com os outros, interiorizam melhor as lições a aprender e os conceitos-chave. E provavelmente começam a perceber melhores os seus professores, compreenderão melhor o seu trabalho e as dificuldades que enfrentam no dia a dia quando dão a aula. Torná-los protagonistas, porque se o forem, irão levar isso de outra maneira, muito mais ativa e positiva.<br />
Por isso, digo SEMPRE que a Unicoos está AQUI para somar e não para substituir os professores , muito pelo contrário. A relação professor-aluno é insubstituível.<br />
As pessoas devem aprender a defender os seus sonhos e projetos.<br />
Na minha humilde opinião,  a educação do século XXI deve centrar-se nas relações pessoais e em valores como o trabalho em equipa, a importância do trabalho duro ou a resiliência. Dispomos de computadores que fazem cálculos em milésimos de segundos, temos toda a informação ao nosso alcance. É evidente que é preciso ensinar as pessoas a distinguir tudo aquilo que encontram na Internet e a distinguir o bem do mal, porque demasiada informação também não é bom.<br />
Mas aquilo em que nos devemos centrar é em criar uma geração à qual não custe expressar as suas opiniões em público nem falar em público, que o faça sem faltar ao respeito a ninguém e que aprenda também a colaborar em equipas multidisciplinares. A chave para mim é que as pessoas saibam trabalhar em equipa e saibam defender os seus sonhos e os seus projetos de maneira adequada. Isto porque conheci jovens que são muito bons, pessoas inteligentíssimas na universidade, quando estudei  Telecomunicações, por exemplo, mas que careciam de certas habilidades sociais que os impediam de alcançar, provavelmente, alguma das suas metas.<br />
Eu digo aos meus alunos que não é preciso ser muito bom a matemática, pelo contrário, mas sim ser uma pessoa trabalhadora e capaz de se relacionar com os outros, com curiosidade, sempre atenta para aprender sobre tudo aquilo que a rodeia. Por isso é que insisto no trabalho colaborativo. Falando entre eles, tentando defender as suas ideias sem faltar ao respeito, aprendendo com os outros, poderão converter-se em pessoas íntegras e trabalhadoras. E não paro de insistir com eles sobre o facto de que eles não têm limites.<br />
Considero também importante recuperar o respeito para com os professores. E disso não me posso queixar, porque a Unicoos é dos canais do YouTube com menos  dislikes (menor percentagem de «não gosto»). De facto, acho que só tenho dois  haters, só isso. ?<br />
Liderar é conectar talentos<br />
No outro dia, na  Fundação Princesa de Girona , conheci uma professora holandesa com cuja palestra fiquei fascinado. Relatava que na Holanda têm uma disciplina &#8211; desde o 6º ao 9º ano do ensino básico espanhol &#8211; que se intitula Desafios. Um espetáculo. O primeiro ano ajuda os alunos a decidir “quem sou ou como sou”. O segundo ano, “o que gostaria de ser”. O terceiro, “como conseguir ser o que eu quero ser”. Acho isso alucinante. Oxalá servisse de exemplo para outros países.<br />
Também fiquei impressionado com o que li recentemente numa entrevista que afirmava que se ensina aos alunos a estar e não se lhes ensina a ser. E é verdade. Dizia: “Os alunos, quando abandonam os estudos e chegam ao mundo laboral,  estão à espera de que alguém lhes diga o que têm de fazer, porque estão acostumados apenas a obedecer a ordens. Não são capazes de gerir o seu próprio tempo e de chegar a um objetivo.” Este é um problema grave no mundo laboral: que as novas gerações estão demasiado acostumadas a obedecer a ordens, não são proativas, sobretudo pelo medo do fracasso. É preciso mudar isso.<br />
Hoje, a maior virtude que deve ter um líder, do tipo que for, seja ele chamado empresário ou professor, é  tratar de conectar os talentos dos seus funcionários ou dos seus alunos. Se for capaz de conectar os talentos de todos eles, a sua equipa ou a sua turma será imparável. E cada pessoa é diferente e tem uma habilidade especial: É preciso conseguir que, numa equipa, cada um dê o melhor de si mesmo.<br />
Muitos alunos na aula sentem-se inúteis, sentem que são mais idiotas que os outros, que não aprendem ao mesmo ritmo, acreditam que não vão poder alcançar nada nas suas vidas. A mesma coisa acontece com os funcionários : ficam desmotivados, pensam que nunca poderão prosperar profissionalmente. Mas se trabalharem em equipa, estes alunos que não são os melhores em matemáticas, por exemplo, às tantas são os que melhor falam em público, ou são os mais criativos, ou os que são capazes de trabalhar com as mãos de uma forma muito melhor que os outros. Se todos derem o melhor si mesmo, todos se sentirão importantes, úteis, e descobrem que na verdade podem chegar a ser alguém. Daí a importância do trabalho em equipa e que o professor seja mais um companheiro de viagem.<br />
Einstein disse: “Se julgas um peixe pela sua capacidade de subir a uma árvore, ele viverá toda a sua vida a pensar que é um idiota.” E é verdade. Adoro dar exemplos aos jovens de histórias de pessoas que podem chegar a admirar ou não, mas que sem dúvida são um exemplo. Steve Jobs não era o melhor em matemática, provavelmente nem sequer era o melhor engenheiro do mundo&#8230; Mas teve uma visão. Einstein ou Bohr &#8211; que foi prémio Nobel da Física &#8211; não era ótimos alunos, mas revolucionaram o seu mundo. Insisto com eles: “Não fiquem frustrados por não serem os melhores nalguma coisa, mesmo se devem continuar a tentar sê-lo”. Sempre tereis algo de bom com que contribuir.»<br />
O mundo empresarial é exatamente igual: Qualquer funcionário tem uma virtude ou um talento que pode valer muito à sua empresa. Apenas é preciso dizer-lhe que o faça ou que tente fazê-lo. O trabalho de um líder ou de um professor é dar a todos o poder para que o possam fazer e deem o melhor deles mesmos. Sem se preocuparem com erros cometidos, mas muito atentos para aprender com eles. Ao fim e ao cabo, a melhor maneira de aprender, inclusive a andar, é confundir-se.<br />
Sobre David Calle<br />
David Calle é engenheiro de telecomunicações e fundador da  Unicoos, um canal de vídeos no YouTube e da unicoos.com, uma academia online com centenas de vídeos sobre matemática e ciências. Calle ficou classificado entre os 10 finalistas do  Global Teacher Prize 2018, “o Nobel da educação”, e recebeu o prémio“Youtuber do ano” nos prémios Bitácoras 2016. É considerado pela revista Forbes como uma das 100 pessoas mais criativas do mundo. <br />
People first &#124; A project by EurofirmsPeople First é um espaço de inspiração onde partilhamos conteúdos com um eixo comum: as pessoas. De diferentes perspetivas e setores, abordamos diferentes temas, tendências e notícias de interesse humano.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na <a href="https://www.peoplefirst.blog/pt-pt/david-calle-e-preciso-sair-da-zona-de-conforto-para-chegar-mais-longe/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">entrevista anterior</a>, David Calle falou-nos sobre a <a href="https://www.unicoos.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Unicoos</a> como um projeto motivacional e de empreendedorismo. Nesta segunda parte, dá as suas chaves pessoais acerca da <strong>formação e trabalho</strong> no século XXI.</p>
<h2>A formação deve ser personalizada e criativa</h2>
<p>Como professor, insisto sempre com os meus alunos sobre o facto de que aquilo que nos dá valor a todos <strong>é aquilo que nos torna diferentes</strong>, e quanto mais diferentes formos, mais valor é gerado. <strong>A educação passa por aí</strong>. É preciso tentar, na medida do possível, dar a cada jovem aquilo que ele precisa, que nem sempre é a mesma coisa.</p>
<p>Na minha academia, tento conhecê-los mais além das aulas, saber que problemas têm, o que se passa nas suas famílias, se foram abandonados pela namorada ou pelo namorado, se têm problemas em casa ou com os seus amigos. Isto porque todos acumulam muitos problemas e nunca se sabe a razão pela qual um aluno está mais ou menos motivado. Se conseguirmos conhecê-los e, sobretudo, se conseguirmos encontrar &#8211; o que não é fácil &#8211; a paixão ou a capacidade desse aluno, ou a sua habilidade especial, então será imparável. Esta é uma das maiores responsabilidades que têm os pais e os professores: encontrar a capacidade e a habilidade de cada um dos nossos alunos ou filhos. <strong>Se encontrarmos aquilo que os torna diferentes, ninguém os parará</strong>.</p>
<p>Projetos como a Unicoos contribuem para isso. <a href="https://www.youtube.com/user/davidcpv" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Os seus vídeos</a> ajudam a que o professor se livre de explicar sempre as mesmas coisas, a <strong>ganhar tempo para poder ser mais criativo</strong> com os seus alunos e tratar de insistir noutras. Por exemplo, trabalhar em equipa com eles e conhecê-los um pouco melhor. Se os virmos a relacionar-se entre eles, além de adquirirem habilidades sociais importantíssimas, também poderemos conhecê-los melhor e saber como cada um deles é.</p>
<p>Li recentemente um artigo sobre o novo conceito  <em><strong>apreensinar, que insiste basicamente em que os alunos se convertam por momentos em professores dos seus próprios colegas</strong></em>. Assim, aprendem a comunicar uns com os outros, interiorizam melhor as lições a aprender e os conceitos-chave. E provavelmente começam a perceber melhores os seus professores, compreenderão melhor o seu trabalho e as dificuldades que enfrentam no dia a dia quando dão a aula. <strong>Torná-los protagonistas</strong>, porque se o forem, irão levar isso de outra maneira, muito mais ativa e positiva.</p>
<p>Por isso, digo SEMPRE que a Unicoos está AQUI para somar e não para substituir os professores , muito pelo contrário. A relação professor-aluno é insubstituível.</p>
<h2>As pessoas devem aprender a defender os seus sonhos e projetos.</h2>
<p><img loading="lazy" class=" wp-image-1465 alignleft" src="http://www.peoplefirst.pt/wp-content/uploads/2017/09/DavidCalle-2-300x300.jpg" alt="" width="393" height="393" srcset="https://www.peoplefirst.blog/wp-content/uploads/2017/09/DavidCalle-2-300x300.jpg 300w, https://www.peoplefirst.blog/wp-content/uploads/2017/09/DavidCalle-2-150x150.jpg 150w, https://www.peoplefirst.blog/wp-content/uploads/2017/09/DavidCalle-2-768x770.jpg 768w, https://www.peoplefirst.blog/wp-content/uploads/2017/09/DavidCalle-2-84x84.jpg 84w, https://www.peoplefirst.blog/wp-content/uploads/2017/09/DavidCalle-2.jpg 906w" sizes="(max-width: 393px) 100vw, 393px" />Na minha humilde opinião, <strong> </strong><strong>a educação do século XXI deve centrar-se nas relações pessoais e em valores como o trabalho em equipa, a importância do trabalho duro ou a resiliência</strong>. Dispomos de computadores que fazem cálculos em milésimos de segundos, temos toda a informação ao nosso alcance. É evidente que é preciso ensinar as pessoas a distinguir tudo aquilo que encontram na Internet e a distinguir o bem do mal, porque demasiada informação também não é bom.</p>
<p>Mas aquilo em que nos devemos centrar é em criar uma geração à qual não custe expressar as suas opiniões em público nem falar em público, que o faça sem faltar ao respeito a ninguém e que aprenda também a colaborar em equipas multidisciplinares. A chave para mim é que <strong>as pessoas saibam trabalhar em equipa</strong> e saibam defender os seus sonhos e os seus projetos de maneira adequada. Isto porque conheci jovens que são muito bons, pessoas inteligentíssimas na universidade, quando estudei  <em>Telecomunicações</em>, por exemplo, mas que careciam de certas habilidades sociais que os impediam de alcançar, provavelmente, alguma das suas metas.</p>
<p>Eu digo aos meus alunos que não é preciso ser muito bom a matemática, pelo contrário, mas sim ser uma pessoa trabalhadora e <strong>capaz de se relacionar com os outros</strong>, com curiosidade, sempre atenta para aprender sobre tudo aquilo que a rodeia. Por isso é que insisto no trabalho colaborativo. Falando entre eles, tentando defender as suas ideias sem faltar ao respeito, aprendendo com os outros, poderão converter-se em pessoas íntegras e trabalhadoras. E não paro de insistir com eles sobre o facto de que eles<strong> </strong><strong>não têm limites</strong>.</p>
<p>Considero também importante recuperar o respeito para com os professores. E disso não me posso queixar, porque a Unicoos é dos canais do YouTube com menos  <em>dislikes</em> (menor percentagem de «não gosto»). De facto, acho que só tenho dois  <em>haters</em>, só isso. ?</p>
<h2>Liderar é conectar talentos</h2>
<p>No outro dia, na  <a href="http://es.fpdgi.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fundação Princesa de Girona</a> , conheci uma professora holandesa com cuja palestra fiquei fascinado. Relatava que na Holanda têm uma disciplina &#8211; desde o 6º ao 9º ano do ensino básico espanhol &#8211; que se intitula <strong>Desafios</strong>. Um espetáculo. O primeiro ano ajuda os alunos a decidir “quem sou ou como sou”. O segundo ano, “o que gostaria de ser”. O terceiro, “como conseguir ser o que eu quero ser”. Acho isso alucinante. Oxalá servisse de exemplo para outros países.</p>
<p>Também fiquei impressionado com o que li recentemente numa entrevista que afirmava que se ensina aos alunos a estar e não se lhes ensina a ser. E é verdade. Dizia: “Os alunos, quando abandonam os estudos e chegam ao mundo laboral,  <strong>estão à espera de que alguém lhes diga o que têm de fazer</strong>, porque estão acostumados apenas a obedecer a ordens. Não são capazes de gerir o seu próprio tempo e de chegar a um objetivo.” Este é um problema grave no mundo laboral: que as novas gerações estão demasiado acostumadas a obedecer a ordens, não são proativas, sobretudo pelo medo do fracasso. É preciso mudar isso.</p>
<p>Hoje, a maior virtude que deve ter um líder, do tipo que for, seja ele chamado empresário ou professor, é  <strong>tratar de </strong>conectar os talentos dos seus funcionários ou dos seus alunos. Se for capaz de conectar os talentos de todos eles, a sua equipa ou a sua turma será imparável. E cada pessoa é diferente e tem uma habilidade especial: <strong>É preciso conseguir que, numa equipa, cada um dê o melhor de si mesmo</strong>.</p>
<p>Muitos alunos na aula sentem-se inúteis, sentem que são mais idiotas que os outros, que não aprendem ao mesmo ritmo, acreditam que não vão poder alcançar nada nas suas vidas. A mesma coisa acontece com os funcionários : ficam desmotivados, pensam que nunca poderão prosperar profissionalmente. Mas se trabalharem em equipa, estes alunos que não são os melhores em matemáticas, por exemplo, às tantas são os que melhor falam em público, ou são os mais criativos, ou os que são capazes de trabalhar com as mãos de uma forma muito melhor que os outros. <strong>Se todos derem o melhor si mesmo, todos </strong>se sentirão importantes, úteis, e descobrem que na verdade podem chegar a ser alguém. Daí a importância do trabalho em equipa e que o professor seja mais um companheiro de viagem.</p>
<p>Einstein disse: “Se julgas um peixe pela sua capacidade de subir a uma árvore, ele viverá toda a sua vida a pensar que é um idiota.” E é verdade. Adoro dar exemplos aos jovens de histórias de pessoas que podem chegar a admirar ou não, mas que sem dúvida são um exemplo. Steve Jobs não era o melhor em matemática, provavelmente nem sequer era o melhor engenheiro do mundo&#8230; Mas teve uma visão. Einstein ou Bohr &#8211; que foi prémio Nobel da Física &#8211; não era ótimos alunos, mas revolucionaram o seu mundo. Insisto com eles: “Não fiquem frustrados por não serem os melhores nalguma coisa, mesmo se devem continuar a tentar sê-lo”. <strong>Sempre tereis algo de bom com que contribuir</strong>.»</p>
<p>O mundo empresarial é exatamente igual: <strong>Qualquer </strong>funcionário tem uma virtude ou um talento que pode valer muito à sua empresa. Apenas é preciso dizer-lhe que o faça ou que tente fazê-lo. O trabalho de um líder ou de um professor é dar a todos o poder para que o possam fazer e deem o melhor deles mesmos. Sem se preocuparem com erros cometidos, mas muito atentos para aprender com eles. Ao fim e ao cabo, a melhor maneira de aprender, inclusive a andar, é confundir-se.</p>
<p><strong><em>Sobre David Calle</em></strong></p>
<p><em>David Calle é engenheiro de telecomunicações e fundador da  <a href="https://www.unicoos.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Unicoos</a>, um canal de vídeos no <a href="https://www.youtube.com/user/davidcpv" target="_blank" rel="noopener noreferrer">YouTube </a>e da unicoos.com, uma academia online com centenas de vídeos sobre matemática e ciências. Calle ficou classificado entre os 10 finalistas do  <a href="http://www.globalteacherprize.org/top-10-finalist/david-calle/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Global Teacher Prize</a> 2018, “o Nobel da educação”, e recebeu o prémio“<a href="https://www.youtube.com/watch?v=JVzjLP-WAVw" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Youtuber do ano</a>” nos prémios Bitácoras 2016. É considerado pela revista Forbes como uma das 100 pessoas mais criativas do mundo. </em></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img src="https://www.peoplefirst.blog/wp-content/uploads/2019/07/LogoWhatsapp.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://www.peoplefirst.blog/pt-pt/author/adminpeoplept/" class="vcard author" rel="author" itemprop="url"><span class="fn" itemprop="name">People first | A project by Eurofirms</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>People First é um espaço de inspiração onde partilhamos conteúdos com um eixo comum: as pessoas. De diferentes perspetivas e setores, abordamos diferentes temas, tendências e notícias de interesse humano.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>La entrada <a rel="nofollow" href="https://www.peoplefirst.blog/pt-pt/david-calle-todos-temos-uma-habilidade-pessoal-que-nos-diferencia/">David Calle: “Todos temos uma habilidade pessoal que nos diferencia&#8221;</a> aparece primero en <a rel="nofollow" href="https://www.peoplefirst.blog/pt-pt/">People first</a>.</p>
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		<title>Ser polímata, o novo horizonte profissional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[People first &#124; A project by Eurofirms]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2019 18:11:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[formação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tecnologia por si só não faz avançar o mundo, mas sim a sua adaptação à vida das pessoas. Este passo decisivo não depende de engenheiros nem de programadores, mas sim de um novo perfil profissional.</p>
<p>La entrada <a rel="nofollow" href="https://www.peoplefirst.blog/pt-pt/ser-polimata-o-novo-horizonte-profissional/">Ser polímata, o novo horizonte profissional</a> aparece primero en <a rel="nofollow" href="https://www.peoplefirst.blog/pt-pt/">People first</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A tecnologia por si só não faz avançar o mundo, mas sim a sua adaptação à vida das pessoas. Este passo decisivo não depende de engenheiros nem de programadores, mas sim de <strong>um novo perfil profissional</strong> que faz lembrar o grande Leonardo da Vinci: o dos polímatas ou pessoas capazes de dominar dois ou três conhecimentos divergentes. Grandes mudanças estão a caminho.</p>
<h2>1. Ciências &amp; Humanidades</h2>
<p>O reconhecimento deste novo perfil profissional surge no relatório “La innovación requiere ahondar en el llamado &lt;efecto Medici&gt;” (“A inovação requer aprofundar o chamado &lt;efeito Medici&gt;”), publicado pela <a href="http://www.deusto.es/cs/Satellite/deusto/es/universidad-deusto/vive-deusto/los-polimatas-seran-los-profesionales-mas-demandados-en-la-nueva-era-digital/noticia" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Deusto Business School</a>. Nele explic-sea que os últimos anos do século XX viram aparecer <strong>polímatas como Steve Jobs ou Elon Musk</strong>, que devem o seu sucesso à sua paixão pelo design, a tecnologia e a ciência juntamente com a sua habilidade empresarial. “Se analisarmos a carreira dos grandes gurus da Sillicon Valley, observamos como coincidem no desejo de explorar oportunidades trazidas pela evolução tecnológica sem se limitarem a um setor em concreto &#8211; afirma o site <a href="https://www.innovaspain.com/universidad-de-deusto-y-3m-presentan-el-estudio-polimatas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">innovaspain.com</a>-. O próprio Musk &#8211; Doutor em Física e economista &#8211; fala em levar-nos a Marte enquanto revoluciona a indústria automóvel”.</p>
<p>Muitos filósofos da antiguidade eram polímatas, afirma o site <a href="http://blogs.cincodias.com/convertir-novedad-valor/2015/11/innovación-y-el-retorno-del-polímata.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cincodias.com</a>, assim como muitas das pessoas mais relevantes do Renascimento e, em especial, <strong>Leonardo da Vinci</strong>, o mais conhecido de todos. Pessoas que dominavam vários campos das ciências e das artes. Hoje, um polímata é um profissional com conhecimentos técnicos e humanísticos (ou empresariais ou científicos), uma mente flexível e a capacidade de contribuir com soluções criativas. O mercado laboral já está a exigir engenheiros ou programadores <strong>com capacidade de compreender</strong> as necessidades da empresa e dos seus clientes, resolver problemas complexos, com pensamento crítico e capacidade de negociação, entre outras.</p>
<p>Questionar a realidade, conectar conhecimentos, preocupação por aprender são os novos valores em alta. Favorecidos pelo <strong>acesso universal à plataforma de conhecimento</strong> que é a Internet, com os seus múltiplos formatos de aprendizagem e os <a href="https://www.peoplefirst.blog/formacion-para-afrontar-lo-desconocido/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">MOOC</a> (Massive Open Online Courses) ensinados por professores e especialistas de primeiro nível. A formação regulada terá de acabar com a tradicional dicotomia ciências/letras e centrar-se em direção <strong>à especialização híbrida</strong> ou ao domínio de várias especialidades convergentes. E na direção da interconexão das duas áreas do saber do cérebro, a criativa e a lógica, para estimular uma mente criativa.</p>
<p>“Polimatia é a capacidade de alcançar a excelência em duas ou mais áreas do conhecimento &#8211; explica o site <a href="http://www.observatoriorh.com/seleccion/polimatas-profesionales-demandados-era-digital.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">observatoriorh.com</a>-, pertencentes a expressões diferentes do génio humano, com uma combinação de estruturas que podem proceder de campos tão diversos como as artes, as ciências, os negócios, o desporto, a tecnologia ou as humanidades”. E <strong>a economia digital</strong> é uma grande impulsora &#8211; como o foi na altura o Renascimento-, de grandes polímatas.</p>
<h2>2. Empresas híbridas</h2>
<p>A <a href="https://www.3m.com.es/3M/es_ES/empresa-es/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">3M</a> &#8211; também segundo o site observatoriorh.com -, é a primeira empresa a publicar um estudo acerca da polimatia a partir da sua própria experiência, que conclui que: Os especialistas trouxeram para a 3M as inovações mais influentes; os generalistas geraram novas ideias e patentes; e os polímatas contribuíram não só gerando inovação, mas também aplicando estas invenções a diferentes áreas da organização, integrando-as com diferentes tecnologias e convertendo-se, assim, nos <strong>cientistas mais valiosos da empresa</strong>”.</p>
<p><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-2254 alignleft" src="http://www.peoplefirst.pt/wp-content/uploads/2018/01/Polimatas_da_vinci-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://www.peoplefirst.blog/wp-content/uploads/2018/01/Polimatas_da_vinci-300x300.jpg 300w, https://www.peoplefirst.blog/wp-content/uploads/2018/01/Polimatas_da_vinci-150x150.jpg 150w, https://www.peoplefirst.blog/wp-content/uploads/2018/01/Polimatas_da_vinci-84x84.jpg 84w, https://www.peoplefirst.blog/wp-content/uploads/2018/01/Polimatas_da_vinci.jpg 692w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>A <a href="https://techcrunch.com/2015/10/17/specialization-polymaths-and-the-pareto-principle-in-a-convergence-economy/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Techcrunch.com</a>, na sua análise acerca deste assunto, avança que <strong>estão a ser pulverizadas as barreiras setoriais </strong> entre as empresas empreendedoras tecnológicas: a inovação surge nas suas interseções. É aquilo que se conhece como “efeito Medici”, já que esta família renascentista apoiou a conexão entre investigadores, artistas e pensadores, criando novas disciplinas. “Voltamos ao efeito Medici porque, ligadas e relacionadas entre si, estas disciplinas tornam-nos mais fortes &#8211; afirma a innovaspain.com no seu artigo. Disciplinas como Big Data, Inteligência Artificial, automatização ou Internet das Coisas, com Filosofia, Direito, Management, Sociologia ou Arte, capazes de explorar novos “oceanos azuis”.</p>
<p>As empresas devem começar a pensar numa <strong>mudança estrutural</strong>, na qual técnicos, gestores, designers…, ou grupos de especialistas colaborem na procura de soluções multidisciplinares. Um perfil polímata pode ser crucial para que o diálogo e a inovação fluam entre eles: profissionais com um bom nível técnico e uma sólida base humanística. <a href="https://www.peoplefirst.blog/joan-clotet-la-innovacion-es-clave-para-emprender-y-liderar-la-transformacion/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Joan Clotet</a>, humanista Digital, é um bom exemplo contemporâneo deste perfil.</p>
<p>Para o blogue <a href="http://blog.educacionit.com/2017/12/12/polimatas-los-nuevos-profesionales-polifaceticos-que-buscan-las-empresas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">educacionit.com</a>, as vantagens dos polímatas na empresa são a sua capacidade de gerar inovação dentro das equipas, as suas habilidades intelectuais, que enriquecem o trabalho colaborativo, a sua competência para se converterem em  <strong>pontes de união</strong> entre especialistas, melhorando o fluxo de comunicação.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img src="https://www.peoplefirst.blog/wp-content/uploads/2019/07/LogoWhatsapp.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://www.peoplefirst.blog/pt-pt/author/adminpeoplept/" class="vcard author" rel="author" itemprop="url"><span class="fn" itemprop="name">People first | A project by Eurofirms</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>People First é um espaço de inspiração onde partilhamos conteúdos com um eixo comum: as pessoas. De diferentes perspetivas e setores, abordamos diferentes temas, tendências e notícias de interesse humano.</p>
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