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	<title>trabalho em equipa archivos | People first</title>
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	<title>trabalho em equipa archivos | People first</title>
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	<item>
		<title>David Calle: “Todos temos uma habilidade pessoal que nos diferencia&#8221;</title>
		<link>https://www.peoplefirst.blog/pt-pt/david-calle-todos-temos-uma-habilidade-pessoal-que-nos-diferencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[People first &#124; A project by Eurofirms]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2019 15:27:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[formação]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho em equipa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na entrevista anterior, David Calle falou-nos sobre a Unicoos como um projeto motivacional e de empreendedorismo. Nesta segunda parte, dá as suas chaves pessoais acerca da formação e trabalho no século XXI.<br />
A formação deve ser personalizada e criativa<br />
Como professor, insisto sempre com os meus alunos sobre o facto de que aquilo que nos dá valor a todos é aquilo que nos torna diferentes, e quanto mais diferentes formos, mais valor é gerado. A educação passa por aí. É preciso tentar, na medida do possível, dar a cada jovem aquilo que ele precisa, que nem sempre é a mesma coisa.<br />
Na minha academia, tento conhecê-los mais além das aulas, saber que problemas têm, o que se passa nas suas famílias, se foram abandonados pela namorada ou pelo namorado, se têm problemas em casa ou com os seus amigos. Isto porque todos acumulam muitos problemas e nunca se sabe a razão pela qual um aluno está mais ou menos motivado. Se conseguirmos conhecê-los e, sobretudo, se conseguirmos encontrar &#8211; o que não é fácil &#8211; a paixão ou a capacidade desse aluno, ou a sua habilidade especial, então será imparável. Esta é uma das maiores responsabilidades que têm os pais e os professores: encontrar a capacidade e a habilidade de cada um dos nossos alunos ou filhos. Se encontrarmos aquilo que os torna diferentes, ninguém os parará.<br />
Projetos como a Unicoos contribuem para isso. Os seus vídeos ajudam a que o professor se livre de explicar sempre as mesmas coisas, a ganhar tempo para poder ser mais criativo com os seus alunos e tratar de insistir noutras. Por exemplo, trabalhar em equipa com eles e conhecê-los um pouco melhor. Se os virmos a relacionar-se entre eles, além de adquirirem habilidades sociais importantíssimas, também poderemos conhecê-los melhor e saber como cada um deles é.<br />
Li recentemente um artigo sobre o novo conceito  apreensinar, que insiste basicamente em que os alunos se convertam por momentos em professores dos seus próprios colegas. Assim, aprendem a comunicar uns com os outros, interiorizam melhor as lições a aprender e os conceitos-chave. E provavelmente começam a perceber melhores os seus professores, compreenderão melhor o seu trabalho e as dificuldades que enfrentam no dia a dia quando dão a aula. Torná-los protagonistas, porque se o forem, irão levar isso de outra maneira, muito mais ativa e positiva.<br />
Por isso, digo SEMPRE que a Unicoos está AQUI para somar e não para substituir os professores , muito pelo contrário. A relação professor-aluno é insubstituível.<br />
As pessoas devem aprender a defender os seus sonhos e projetos.<br />
Na minha humilde opinião,  a educação do século XXI deve centrar-se nas relações pessoais e em valores como o trabalho em equipa, a importância do trabalho duro ou a resiliência. Dispomos de computadores que fazem cálculos em milésimos de segundos, temos toda a informação ao nosso alcance. É evidente que é preciso ensinar as pessoas a distinguir tudo aquilo que encontram na Internet e a distinguir o bem do mal, porque demasiada informação também não é bom.<br />
Mas aquilo em que nos devemos centrar é em criar uma geração à qual não custe expressar as suas opiniões em público nem falar em público, que o faça sem faltar ao respeito a ninguém e que aprenda também a colaborar em equipas multidisciplinares. A chave para mim é que as pessoas saibam trabalhar em equipa e saibam defender os seus sonhos e os seus projetos de maneira adequada. Isto porque conheci jovens que são muito bons, pessoas inteligentíssimas na universidade, quando estudei  Telecomunicações, por exemplo, mas que careciam de certas habilidades sociais que os impediam de alcançar, provavelmente, alguma das suas metas.<br />
Eu digo aos meus alunos que não é preciso ser muito bom a matemática, pelo contrário, mas sim ser uma pessoa trabalhadora e capaz de se relacionar com os outros, com curiosidade, sempre atenta para aprender sobre tudo aquilo que a rodeia. Por isso é que insisto no trabalho colaborativo. Falando entre eles, tentando defender as suas ideias sem faltar ao respeito, aprendendo com os outros, poderão converter-se em pessoas íntegras e trabalhadoras. E não paro de insistir com eles sobre o facto de que eles não têm limites.<br />
Considero também importante recuperar o respeito para com os professores. E disso não me posso queixar, porque a Unicoos é dos canais do YouTube com menos  dislikes (menor percentagem de «não gosto»). De facto, acho que só tenho dois  haters, só isso. ?<br />
Liderar é conectar talentos<br />
No outro dia, na  Fundação Princesa de Girona , conheci uma professora holandesa com cuja palestra fiquei fascinado. Relatava que na Holanda têm uma disciplina &#8211; desde o 6º ao 9º ano do ensino básico espanhol &#8211; que se intitula Desafios. Um espetáculo. O primeiro ano ajuda os alunos a decidir “quem sou ou como sou”. O segundo ano, “o que gostaria de ser”. O terceiro, “como conseguir ser o que eu quero ser”. Acho isso alucinante. Oxalá servisse de exemplo para outros países.<br />
Também fiquei impressionado com o que li recentemente numa entrevista que afirmava que se ensina aos alunos a estar e não se lhes ensina a ser. E é verdade. Dizia: “Os alunos, quando abandonam os estudos e chegam ao mundo laboral,  estão à espera de que alguém lhes diga o que têm de fazer, porque estão acostumados apenas a obedecer a ordens. Não são capazes de gerir o seu próprio tempo e de chegar a um objetivo.” Este é um problema grave no mundo laboral: que as novas gerações estão demasiado acostumadas a obedecer a ordens, não são proativas, sobretudo pelo medo do fracasso. É preciso mudar isso.<br />
Hoje, a maior virtude que deve ter um líder, do tipo que for, seja ele chamado empresário ou professor, é  tratar de conectar os talentos dos seus funcionários ou dos seus alunos. Se for capaz de conectar os talentos de todos eles, a sua equipa ou a sua turma será imparável. E cada pessoa é diferente e tem uma habilidade especial: É preciso conseguir que, numa equipa, cada um dê o melhor de si mesmo.<br />
Muitos alunos na aula sentem-se inúteis, sentem que são mais idiotas que os outros, que não aprendem ao mesmo ritmo, acreditam que não vão poder alcançar nada nas suas vidas. A mesma coisa acontece com os funcionários : ficam desmotivados, pensam que nunca poderão prosperar profissionalmente. Mas se trabalharem em equipa, estes alunos que não são os melhores em matemáticas, por exemplo, às tantas são os que melhor falam em público, ou são os mais criativos, ou os que são capazes de trabalhar com as mãos de uma forma muito melhor que os outros. Se todos derem o melhor si mesmo, todos se sentirão importantes, úteis, e descobrem que na verdade podem chegar a ser alguém. Daí a importância do trabalho em equipa e que o professor seja mais um companheiro de viagem.<br />
Einstein disse: “Se julgas um peixe pela sua capacidade de subir a uma árvore, ele viverá toda a sua vida a pensar que é um idiota.” E é verdade. Adoro dar exemplos aos jovens de histórias de pessoas que podem chegar a admirar ou não, mas que sem dúvida são um exemplo. Steve Jobs não era o melhor em matemática, provavelmente nem sequer era o melhor engenheiro do mundo&#8230; Mas teve uma visão. Einstein ou Bohr &#8211; que foi prémio Nobel da Física &#8211; não era ótimos alunos, mas revolucionaram o seu mundo. Insisto com eles: “Não fiquem frustrados por não serem os melhores nalguma coisa, mesmo se devem continuar a tentar sê-lo”. Sempre tereis algo de bom com que contribuir.»<br />
O mundo empresarial é exatamente igual: Qualquer funcionário tem uma virtude ou um talento que pode valer muito à sua empresa. Apenas é preciso dizer-lhe que o faça ou que tente fazê-lo. O trabalho de um líder ou de um professor é dar a todos o poder para que o possam fazer e deem o melhor deles mesmos. Sem se preocuparem com erros cometidos, mas muito atentos para aprender com eles. Ao fim e ao cabo, a melhor maneira de aprender, inclusive a andar, é confundir-se.<br />
Sobre David Calle<br />
David Calle é engenheiro de telecomunicações e fundador da  Unicoos, um canal de vídeos no YouTube e da unicoos.com, uma academia online com centenas de vídeos sobre matemática e ciências. Calle ficou classificado entre os 10 finalistas do  Global Teacher Prize 2018, “o Nobel da educação”, e recebeu o prémio“Youtuber do ano” nos prémios Bitácoras 2016. É considerado pela revista Forbes como uma das 100 pessoas mais criativas do mundo. <br />
People first &#124; A project by EurofirmsPeople First é um espaço de inspiração onde partilhamos conteúdos com um eixo comum: as pessoas. De diferentes perspetivas e setores, abordamos diferentes temas, tendências e notícias de interesse humano.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na <a href="https://www.peoplefirst.blog/pt-pt/david-calle-e-preciso-sair-da-zona-de-conforto-para-chegar-mais-longe/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">entrevista anterior</a>, David Calle falou-nos sobre a <a href="https://www.unicoos.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Unicoos</a> como um projeto motivacional e de empreendedorismo. Nesta segunda parte, dá as suas chaves pessoais acerca da <strong>formação e trabalho</strong> no século XXI.</p>
<h2>A formação deve ser personalizada e criativa</h2>
<p>Como professor, insisto sempre com os meus alunos sobre o facto de que aquilo que nos dá valor a todos <strong>é aquilo que nos torna diferentes</strong>, e quanto mais diferentes formos, mais valor é gerado. <strong>A educação passa por aí</strong>. É preciso tentar, na medida do possível, dar a cada jovem aquilo que ele precisa, que nem sempre é a mesma coisa.</p>
<p>Na minha academia, tento conhecê-los mais além das aulas, saber que problemas têm, o que se passa nas suas famílias, se foram abandonados pela namorada ou pelo namorado, se têm problemas em casa ou com os seus amigos. Isto porque todos acumulam muitos problemas e nunca se sabe a razão pela qual um aluno está mais ou menos motivado. Se conseguirmos conhecê-los e, sobretudo, se conseguirmos encontrar &#8211; o que não é fácil &#8211; a paixão ou a capacidade desse aluno, ou a sua habilidade especial, então será imparável. Esta é uma das maiores responsabilidades que têm os pais e os professores: encontrar a capacidade e a habilidade de cada um dos nossos alunos ou filhos. <strong>Se encontrarmos aquilo que os torna diferentes, ninguém os parará</strong>.</p>
<p>Projetos como a Unicoos contribuem para isso. <a href="https://www.youtube.com/user/davidcpv" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Os seus vídeos</a> ajudam a que o professor se livre de explicar sempre as mesmas coisas, a <strong>ganhar tempo para poder ser mais criativo</strong> com os seus alunos e tratar de insistir noutras. Por exemplo, trabalhar em equipa com eles e conhecê-los um pouco melhor. Se os virmos a relacionar-se entre eles, além de adquirirem habilidades sociais importantíssimas, também poderemos conhecê-los melhor e saber como cada um deles é.</p>
<p>Li recentemente um artigo sobre o novo conceito  <em><strong>apreensinar, que insiste basicamente em que os alunos se convertam por momentos em professores dos seus próprios colegas</strong></em>. Assim, aprendem a comunicar uns com os outros, interiorizam melhor as lições a aprender e os conceitos-chave. E provavelmente começam a perceber melhores os seus professores, compreenderão melhor o seu trabalho e as dificuldades que enfrentam no dia a dia quando dão a aula. <strong>Torná-los protagonistas</strong>, porque se o forem, irão levar isso de outra maneira, muito mais ativa e positiva.</p>
<p>Por isso, digo SEMPRE que a Unicoos está AQUI para somar e não para substituir os professores , muito pelo contrário. A relação professor-aluno é insubstituível.</p>
<h2>As pessoas devem aprender a defender os seus sonhos e projetos.</h2>
<p><img loading="lazy" class=" wp-image-1465 alignleft" src="http://www.peoplefirst.pt/wp-content/uploads/2017/09/DavidCalle-2-300x300.jpg" alt="" width="393" height="393" srcset="https://www.peoplefirst.blog/wp-content/uploads/2017/09/DavidCalle-2-300x300.jpg 300w, https://www.peoplefirst.blog/wp-content/uploads/2017/09/DavidCalle-2-150x150.jpg 150w, https://www.peoplefirst.blog/wp-content/uploads/2017/09/DavidCalle-2-768x770.jpg 768w, https://www.peoplefirst.blog/wp-content/uploads/2017/09/DavidCalle-2-84x84.jpg 84w, https://www.peoplefirst.blog/wp-content/uploads/2017/09/DavidCalle-2.jpg 906w" sizes="(max-width: 393px) 100vw, 393px" />Na minha humilde opinião, <strong> </strong><strong>a educação do século XXI deve centrar-se nas relações pessoais e em valores como o trabalho em equipa, a importância do trabalho duro ou a resiliência</strong>. Dispomos de computadores que fazem cálculos em milésimos de segundos, temos toda a informação ao nosso alcance. É evidente que é preciso ensinar as pessoas a distinguir tudo aquilo que encontram na Internet e a distinguir o bem do mal, porque demasiada informação também não é bom.</p>
<p>Mas aquilo em que nos devemos centrar é em criar uma geração à qual não custe expressar as suas opiniões em público nem falar em público, que o faça sem faltar ao respeito a ninguém e que aprenda também a colaborar em equipas multidisciplinares. A chave para mim é que <strong>as pessoas saibam trabalhar em equipa</strong> e saibam defender os seus sonhos e os seus projetos de maneira adequada. Isto porque conheci jovens que são muito bons, pessoas inteligentíssimas na universidade, quando estudei  <em>Telecomunicações</em>, por exemplo, mas que careciam de certas habilidades sociais que os impediam de alcançar, provavelmente, alguma das suas metas.</p>
<p>Eu digo aos meus alunos que não é preciso ser muito bom a matemática, pelo contrário, mas sim ser uma pessoa trabalhadora e <strong>capaz de se relacionar com os outros</strong>, com curiosidade, sempre atenta para aprender sobre tudo aquilo que a rodeia. Por isso é que insisto no trabalho colaborativo. Falando entre eles, tentando defender as suas ideias sem faltar ao respeito, aprendendo com os outros, poderão converter-se em pessoas íntegras e trabalhadoras. E não paro de insistir com eles sobre o facto de que eles<strong> </strong><strong>não têm limites</strong>.</p>
<p>Considero também importante recuperar o respeito para com os professores. E disso não me posso queixar, porque a Unicoos é dos canais do YouTube com menos  <em>dislikes</em> (menor percentagem de «não gosto»). De facto, acho que só tenho dois  <em>haters</em>, só isso. ?</p>
<h2>Liderar é conectar talentos</h2>
<p>No outro dia, na  <a href="http://es.fpdgi.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fundação Princesa de Girona</a> , conheci uma professora holandesa com cuja palestra fiquei fascinado. Relatava que na Holanda têm uma disciplina &#8211; desde o 6º ao 9º ano do ensino básico espanhol &#8211; que se intitula <strong>Desafios</strong>. Um espetáculo. O primeiro ano ajuda os alunos a decidir “quem sou ou como sou”. O segundo ano, “o que gostaria de ser”. O terceiro, “como conseguir ser o que eu quero ser”. Acho isso alucinante. Oxalá servisse de exemplo para outros países.</p>
<p>Também fiquei impressionado com o que li recentemente numa entrevista que afirmava que se ensina aos alunos a estar e não se lhes ensina a ser. E é verdade. Dizia: “Os alunos, quando abandonam os estudos e chegam ao mundo laboral,  <strong>estão à espera de que alguém lhes diga o que têm de fazer</strong>, porque estão acostumados apenas a obedecer a ordens. Não são capazes de gerir o seu próprio tempo e de chegar a um objetivo.” Este é um problema grave no mundo laboral: que as novas gerações estão demasiado acostumadas a obedecer a ordens, não são proativas, sobretudo pelo medo do fracasso. É preciso mudar isso.</p>
<p>Hoje, a maior virtude que deve ter um líder, do tipo que for, seja ele chamado empresário ou professor, é  <strong>tratar de </strong>conectar os talentos dos seus funcionários ou dos seus alunos. Se for capaz de conectar os talentos de todos eles, a sua equipa ou a sua turma será imparável. E cada pessoa é diferente e tem uma habilidade especial: <strong>É preciso conseguir que, numa equipa, cada um dê o melhor de si mesmo</strong>.</p>
<p>Muitos alunos na aula sentem-se inúteis, sentem que são mais idiotas que os outros, que não aprendem ao mesmo ritmo, acreditam que não vão poder alcançar nada nas suas vidas. A mesma coisa acontece com os funcionários : ficam desmotivados, pensam que nunca poderão prosperar profissionalmente. Mas se trabalharem em equipa, estes alunos que não são os melhores em matemáticas, por exemplo, às tantas são os que melhor falam em público, ou são os mais criativos, ou os que são capazes de trabalhar com as mãos de uma forma muito melhor que os outros. <strong>Se todos derem o melhor si mesmo, todos </strong>se sentirão importantes, úteis, e descobrem que na verdade podem chegar a ser alguém. Daí a importância do trabalho em equipa e que o professor seja mais um companheiro de viagem.</p>
<p>Einstein disse: “Se julgas um peixe pela sua capacidade de subir a uma árvore, ele viverá toda a sua vida a pensar que é um idiota.” E é verdade. Adoro dar exemplos aos jovens de histórias de pessoas que podem chegar a admirar ou não, mas que sem dúvida são um exemplo. Steve Jobs não era o melhor em matemática, provavelmente nem sequer era o melhor engenheiro do mundo&#8230; Mas teve uma visão. Einstein ou Bohr &#8211; que foi prémio Nobel da Física &#8211; não era ótimos alunos, mas revolucionaram o seu mundo. Insisto com eles: “Não fiquem frustrados por não serem os melhores nalguma coisa, mesmo se devem continuar a tentar sê-lo”. <strong>Sempre tereis algo de bom com que contribuir</strong>.»</p>
<p>O mundo empresarial é exatamente igual: <strong>Qualquer </strong>funcionário tem uma virtude ou um talento que pode valer muito à sua empresa. Apenas é preciso dizer-lhe que o faça ou que tente fazê-lo. O trabalho de um líder ou de um professor é dar a todos o poder para que o possam fazer e deem o melhor deles mesmos. Sem se preocuparem com erros cometidos, mas muito atentos para aprender com eles. Ao fim e ao cabo, a melhor maneira de aprender, inclusive a andar, é confundir-se.</p>
<p><strong><em>Sobre David Calle</em></strong></p>
<p><em>David Calle é engenheiro de telecomunicações e fundador da  <a href="https://www.unicoos.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Unicoos</a>, um canal de vídeos no <a href="https://www.youtube.com/user/davidcpv" target="_blank" rel="noopener noreferrer">YouTube </a>e da unicoos.com, uma academia online com centenas de vídeos sobre matemática e ciências. Calle ficou classificado entre os 10 finalistas do  <a href="http://www.globalteacherprize.org/top-10-finalist/david-calle/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Global Teacher Prize</a> 2018, “o Nobel da educação”, e recebeu o prémio“<a href="https://www.youtube.com/watch?v=JVzjLP-WAVw" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Youtuber do ano</a>” nos prémios Bitácoras 2016. É considerado pela revista Forbes como uma das 100 pessoas mais criativas do mundo. </em></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img src="https://www.peoplefirst.blog/wp-content/uploads/2019/07/LogoWhatsapp.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://www.peoplefirst.blog/pt-pt/author/adminpeoplept/" class="vcard author" rel="author" itemprop="url"><span class="fn" itemprop="name">People first | A project by Eurofirms</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>People First é um espaço de inspiração onde partilhamos conteúdos com um eixo comum: as pessoas. De diferentes perspetivas e setores, abordamos diferentes temas, tendências e notícias de interesse humano.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>La entrada <a rel="nofollow" href="https://www.peoplefirst.blog/pt-pt/david-calle-todos-temos-uma-habilidade-pessoal-que-nos-diferencia/">David Calle: “Todos temos uma habilidade pessoal que nos diferencia&#8221;</a> aparece primero en <a rel="nofollow" href="https://www.peoplefirst.blog/pt-pt/">People first</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Os benefícios de trabalhar em equipa</title>
		<link>https://www.peoplefirst.blog/pt-pt/os-beneficios-de-trabalhar-em-equipa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[People first &#124; A project by Eurofirms]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2019 15:40:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[recursos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho em equipa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se a sociedade evoluiu como uma equipa, como é que uma empresa não o faz? Trabalhar em equipa pode ser um pouco difícil no início, mas traz inúmeras vantagens que vale a pena conhecer.</p>
<p>La entrada <a rel="nofollow" href="https://www.peoplefirst.blog/pt-pt/os-beneficios-de-trabalhar-em-equipa/">Os benefícios de trabalhar em equipa</a> aparece primero en <a rel="nofollow" href="https://www.peoplefirst.blog/pt-pt/">People first</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nas palavras de Michael Jordan: &#8220;O talento vence os jogos, mas só o trabalho em equipa e a inteligência ganham campeonatos&#8221;. Se a sociedade evoluiu como uma equipa, como é que uma empresa não o faz, tendo em conta os enormes desafios que enfrenta? Trabalhar em equipa pode ser um pouco difícil no início, mas traz inúmeras vantagens que vale a pena conhecer.</em></p>
<p>Se há uns anos atrás, as empresas deitaram abaixo as paredes que dividiam as pessoas de forma hierárquica, agora é necessário trabalharem todos juntos, em equipa. Esta é uma das soluções mais usadas atualmente para lidar com as alterações do mercado, <span class="tlid-translation translation" lang="pt"><span class="" title="">graças à sua grande capacidade de adaptação e cobertura ao crescente número de áreas especializadas.</span></span></p>
<p>No entanto, <strong>construir uma equipa de trabalho eficiente não é tarefa fácil</strong>. Muitos colaboradores estão acostumados a organizar o seu próprio dia e preferem trabalhar sozinhos. Não só é preciso trabalhar tendo como base o consenso, as habilidades sociais e os objetivos comuns (essenciais para uma equipa funcionar), mas também tempo para executar as tarefas.</p>
<p>É por esse motivo que, hoje em dia, as empresas valorizem tanto a experiência em trabalho de equipa, aquando a realização de uma entrevista de emprego. A chave para formar, com êxito, uma equipa forte e produtiva, está na existência de um líder que a mantenha motivada e coesa.</p>
<h2>Pontos-chave para construir um equipa de trabalho</h2>
<p>De acordo com a a revista <a href="http://forbes.es/business/43022/trabajar-en-equipo-y-mantener-el-orden-es-posible/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Forbes</a>, <strong>estes são os pontos-chave para que seja possível trabalhar em equipa</strong>:</p>
<ol>
<li>Criar um clima de confiança, onde exista uma comunicação fluente.</li>
<li>Dar autonomia e poder à equipa, para que todos os seus elementos sintam os projetos como seus e vestirem a camisola.</li>
<li>Delinear um caminho claro e um método de trabalho comum. É importante assegurar que todos os membros da equipa estão alinhados e percebem o objetivo do grupo. É essencial que trabalhem como se fossem uma equipa de futebol: cada elemento tem um papel vital na equipa e faz parte de um todo que segue uma única estratégia.</li>
<li>Reconhecer as capacidades de cada membro e tirar vantagem da sua diversidade, sendo que deverão ir e ver para além do cargo ou função que cada um desempenha.</li>
<li>Procurar soluções para os atritos e conflitos que possam surgir: o grupo deverá estar consciente que todos eles são responsáveis por criarem um bom ambiente de trabalho.</li>
<li>Todos os êxitos e os fracassos são da equipa. No entanto, é necessário reconhecer o esforço individual de cada um dos elementos da equipa.</li>
</ol>
<p>Uma equipa bem coordenada e orientada só traz benefícios para a empresa e para os colaboradores. É importante que as empresas entendam que o esforço de uma pessoa potencia e motiva as outras e que a melhor maneira de aumentar o rendimento de uma equipa é criar um ambiente de trabalho satisfatório.</p>
<h2>Multiplicar o potencial laboral</h2>
<p><strong>O que ganha a empresa com uma boa equipa de trabalho?</strong> Potencia a capacidade dos seus colaboradores e aumenta a qualidade do trabalho.</p>
<p><img loading="lazy" class=" wp-image-3264 alignleft" src="https://www.peoplefirst.blog/wp-content/uploads/2018/12/beneficios-trabajo-en-equipo2-300x200.jpg" alt="" width="291" height="194" srcset="https://www.peoplefirst.blog/wp-content/uploads/2018/12/beneficios-trabajo-en-equipo2-300x200.jpg 300w, https://www.peoplefirst.blog/wp-content/uploads/2018/12/beneficios-trabajo-en-equipo2-768x513.jpg 768w, https://www.peoplefirst.blog/wp-content/uploads/2018/12/beneficios-trabajo-en-equipo2-1024x684.jpg 1024w, https://www.peoplefirst.blog/wp-content/uploads/2018/12/beneficios-trabajo-en-equipo2.jpg 1200w" sizes="(max-width: 291px) 100vw, 291px" />Quando se colocam várias pessoas talentosas a trabalharem juntas e a estimularem-se umas às outras, é <strong>natural</strong> que sejam propostas ideias e soluções novas. A criatividade flui de uma forma mais genuína, perante uma equipa motivada e incentivada pelas propostas que vão surgindo, uma vez que existe a possibilidade de verem e analisarem uma questão a partir de diferentes pontos de vista, permitindo uma maior participação individual na tomada de decisão.</p>
<p>O trabalho em equipa permite, ainda, que cada <strong>pessoas possa especializar no que é verdadeiramente bom e no que gosta, em vez de trabalhar em várias coisas ao mesmo tempo. Não só potencia o seu crescimento pessoal e profissional, como também o seu sentimento de pertença para com o projeto e empresa.</strong></p>
<p>Desenvolver uma boa gestão de equipas em empresas mais virtuais e internacionais não só é essencial para a sua evolução, como também para que se consiga adaptar a este novo mundo dominado pelas redes sociais e novas tecnologias.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img src="https://www.peoplefirst.blog/wp-content/uploads/2019/07/LogoWhatsapp.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://www.peoplefirst.blog/pt-pt/author/adminpeoplept/" class="vcard author" rel="author" itemprop="url"><span class="fn" itemprop="name">People first | A project by Eurofirms</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>People First é um espaço de inspiração onde partilhamos conteúdos com um eixo comum: as pessoas. De diferentes perspetivas e setores, abordamos diferentes temas, tendências e notícias de interesse humano.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>La entrada <a rel="nofollow" href="https://www.peoplefirst.blog/pt-pt/os-beneficios-de-trabalhar-em-equipa/">Os benefícios de trabalhar em equipa</a> aparece primero en <a rel="nofollow" href="https://www.peoplefirst.blog/pt-pt/">People first</a>.</p>
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